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Cidades de refúgio ( Nm 35,9-29 ; Dt 4,41-43 ; 19,1-13 )
1O Senhor disse a Josué: «Hás de dizer aos filhos de Israel: 2‘Determinai para vós cidades de refúgio, conforme vos mandei por meio de Moisés. 3Lá se poderá refugiar o homicida que tiver morto alguém involuntariamente; elas lhe servirão de refúgio contra a vingança de sangue.
4O homicida fugirá para uma dessas cidades e, parando à entrada da porta da cidade, exporá o seu caso aos anciãos da cidade; estes hão de recebê-lo entre eles, dando-lhe lugar para habitar no meio deles. 5Se o vingador de sangue o perseguir, eles não lhe entregarão o homicida, pois foi sem premeditação nem ódio que matou o seu próximo. 6Habitará nessa cidade até comparecer perante a assembleia para ser julgado, até à morte do sumo sacerdote em exercício nessa altura. Depois, voltará para sua casa, na cidade de onde havia fugido.’»
7Designaram então Cadés na Galileia, na montanha de Neftali, Siquém na montanha de Efraim, e Quiriat-Arbá, ou seja, Hebron, na montanha de Judá. 8Do outro lado do Jordão, a oriente de Jericó, designaram Bécer, da tribo de Rúben, na planície do deserto, Ramot em Guilead, da tribo de Gad, e Golan em Basan, da tribo de Manassés. 9Foram estas as cidades designadas para todos os filhos de Israel e para os estrangeiros que habitavam no meio deles, a fim de que nelas se refugiasse quem quer que houvesse matado involuntariamente alguém; assim não morreria às mãos do vingador de sangue antes de comparecer perante a assembleia.